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Saúde

Qualidade de vida: atendimento gratuito a pacientes em processo de protetização

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Atendimento é realizado na Clínica-Escola da UNINASSAU Natal, no conjunto Mirassol, às quartas e sextas-feiras 

Imagem | Divulgação

A amputação de um membro do corpo ocasiona muitas mudanças na rotina do paciente, sejam estas físicas, emocionais ou sociais. Pensando na qualidade de vida dessas pessoas, a Faculdade UNINASSAU Natal, está oferecendo serviços gratuitos de reabilitação para pacientes amputados.  

Realizada por meio da coordenação do curso de Fisioterapia, a iniciativa é efetivada por meio do projeto de extensão “Abordagem integrada ao paciente amputado”, e tem como principal objetivo reeducar pacientes durante o processo de protetização, que consiste na execução de procedimentos fisioterapêuticos com a finalidade de reabilitá-lo à prótese utilizada.  

Os atendimentos são abertos a qualquer pessoa que necessite dos serviços, e acontecem nas instalações da Clínica-Escola, localizada no conjunto Mirassol (bairro de Capim Macio), sempre às quartas e sextas-feiras, entre as 14h e 18h.  

Para solicitar os serviços basta entrar em contato com a Clínica-Escola por meio do telefone (84) 33447809.  

Imagem | Divulgação

Atendimento individualizado 

Coordenadora do curso de Fisioterapia, a professora Silvia Oliveira explica que o atendimento é realizado pelos alunos do curso sob a orientação, e supervisão, de professores da instituição. Além disso, todo o acompanhamento é individualizado, ou seja, cada paciente recebe um atendimento específico, de acordo com sua necessidade.  

“Muitos pacientes não conseguem pagar financeiramente por uma consulta ou um atendimento particular, mas a gente consegue oferecer isso dentro do espaço da Clínica-Escola. No projeto os alunos recebem o paciente que está no início do processo de receber a prótese, ou que ainda não a recebeu, e realizam todo o procedimento de reabilitação para que o paciente consiga inserir-se novamente na sociedade”, detalha a docente.  

Faculdade na comunidade  

O projeto é realizado em parceria com a Ortorio, empresa do segmento de protetização, e iniciou suas atividades em agosto deste ano, atualmente contando com a participação de 20 alunos, oriundos de diferentes períodos da graduação em Fisioterapia. Para a coordenadora, a iniciativa atua em duas frentes: a primeira voltada à formação teórico-prática dos estudantes, já a segunda diz respeito ao papel social da Fisioterapia. 

“O envolvimento dos alunos em projetos de extensão é uma oportunidade para agregar teoria com a prática, bem como promover a integração entre alunos de diferentes períodos, o que proporciona a partilha de experiências e conhecimentos. Para a sociedade, essa é uma forma de levar a faculdade para dentro da comunidade, prestando essa assistência terapêutica de forma acessível e com qualidade”, acrescenta.

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