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Tudo igual no SanSão

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Na Vila Belmiro, Santos e São Paulo fizeram bom clássico com quatro gols e empataram por 2 a 2. Madson e Marinho marcaram para o Peixe, enquanto Gabriel Sara, duas vezes, anotou para o Tricolor

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(Foto: Ivan Storti/Santos FC)

A expectativa para o SanSão da noite de sábado, (12), era que tanto Santos, quanto São Paulo preservassem alguns atletas para o clássico na Vila Belmiro, por conta da reestreia de ambos na Libertadores da América, no meio da próxima semana.

Pelo lado santista, a expectativa se tornou realidade, porém, Diniz não quis saber de descanso para os seus comandados e usou força máxima contra o Peixe, nesta décima rodada do Campeonato Brasileiro. Possivelmente, Diniz preferiu o time titular por conta do último resultado negativo em casa contra o Red Bull Bragantino.

Sem os poupados Marinho e Pará, e Felipe Jonathan suspenso, Cuca escalou seu time com o mínimo de improvisação possível. No entanto, sem um lateral-esquerdo de ofício, a única gambiarra foi a entrada de Diego Pituca na função.

Luan Peres foi escalado como zagueiro, porém, mesmo no seu habitat natural, o camisa 14 falhou ao tentar driblar Gabriel Sara, no campo de defesa e a cria de Cotia, atenta, abriu o placar. O gol veio num momento importante para o menino da base do São Paulo, que era um dos — se não, o mais — contestados da equipe tricolor.

Mesmo com apenas um remendo na equipe, o Santos penava para se encontrar no duelo devido às características dos jogadores que ocupavam as posições. Alison encarregado pela saída de bola, Carlos Sánchez como segundo volante e Arthur Gomes como o coordenador de jogadas não deram liga.

Desse modo, o meio-campo do São Paulo levou vantagem por todo o primeiro tempo, pois tinha superioridade numérica no setor por conta dos quatros homens além da maior consistência pelas características melhores distribuídas dos meio-campistas.

Logo, o Tricolor paulista era melhor, contudo, se não acontecer alguma oscilação dentro da partida não é o São Paulo comandado por Diniz. Assim, numa jogada de escanteio, Madson empatou o duelo na única oportunidade do Santos no primeiro tempo.

Nessa roda gigante futebolística que ocorre com Diniz e seus comandados, Gabriel Sara voltou a deixar o time vistante em vantagem. O destaque desse lance fica para Alison e Sánchez que só olharam o volante são-paulino criar a jogada, invadir a área e marcar outro tento no SanSão.

Placar definido nos primeiros 45 minutos do duelo, 2 a 1 justamente por conta do meio-campo. Na volta do vestiário, Cuca promoveu duas entradas para tentar equilibrar o duelo na “meiuca”, Marcos Leonardo e Arthur Gomes deram lugar a Wagner Leonardo e Lucas Lourenço, respectivamente.

A ideia era deixar o setor problemático do primeiro tempo, idêntico a formação que vinha atuando com Alison na marcação, Pituca na saída de bola e Sánchez com liberdade para criar. Dessa forma, as ações se equipararam e Marinho foi para o jogo na busca pelo empate que seria lucro para o Alvinegro praiano, pelos vários remendos que tiveram de ser feitos para o clássico.

No entanto, o duelo teve que ser interrompido por causa da iluminação do estádio que teve uma queda de energia em parte dos refletores. Durante 16 minutos de paralisação, os jogadores receberam orientações de seus técnicos, fizeram a reidratação e, claro, esfriaram os seus corpos, por isso, parecido com os refletores, teriam que “esquentar” novamente para manter o bom ritmo da partida.

O único problema é que os atletas teriam que fazer isso durante o recomeço do confronto. Nesse intuito, o Santos preparou uma “blitz” para forçar o erro do São Paulo, mas nem precisou da marcação pressão para empatar o jogo, pois Thiago Volpi entregou de bandeja o empate.

Numa cobrança de falta relativamente distante de sua meta, o goleiro são-paulino armou sua barreira com apenas dois jogadores e não os posicionou bem. Marinho, em ótima fase, resolveu chutar para o gol e Volpi aceitou o “mini-míssil aleatório”. Tudo igual no SanSão e fim de papo na Vila Belmiro, 2 a 2.

Com o resultado dentro de casa, o Alvinegro praiano mantém a sina de não alcançar a terceira vitória consecutiva no Brasileirão, além de continuar sem saber o que é triunfo nos clássicos em 2020.

Por outro lado, Diniz e seus comandados lamentam o empate, que poderia ter sido tranquilamente uma vitória, além de ser outra oportunidade desperdiçada para igualar a pontuação do líder Internacional.

Ambas as equipes esquecem por um momento o Campeonato Brasileiro e concentram suas forças na Libertadores da América. O Santos encara o Olímpia, na Vila Belmiro, terça-feira, (15), às 21h30, enquanto o São Paulo enfrenta o River Plate, quinta-feira, (17), às 19h.

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(Foto 1: Rubens Chiri) (Foto 2: Ivan Storti/Santos FC)

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