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Esporte

“Dinizismo” aparece no segundo tempo e São Paulo vence no duelo de tricolores no Morumbi

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O duelo entre São Paulo e Fluminense no Morumbi, pela oitava rodada do Brasileirão, foi animado. Isso se deve muito pelos estilos de jogo de ambos. O Fluminense por ser um time de uma transição muito rápida — sempre puxada por Nenê -, e o São Paulo com seu “dinizismo”, ou seja, muita posse de bola para chegar ao gol adversário.

A partida começou muito dinâmica. O Tricolor paulista chegava pelas laterais, Reinaldo pelo lado esquerdo com Paulinho Boia, e Igor Vinícius pelo lado direito no dueto com Luciano.

Todavia, o “dinizismo” aprentou sérios problemas na saída de bola. Em um desses vacilos quase acontecia o gol do Fluminense, depois de boa trama dentro da área do São Paulo. O volante Yuri não encheu o pé para superar Thiago Volpi.

Em outra boa chegada pelo lado canhoto, o experiente Nenê quase abriu o placar, mas foi parado por Tiago Volpi. Dava para perceber que o time das Laranjeiras estava melhor e o São Paulo vacilava bastante.

Após chutão de Marcos Felipe, o quique da bola foi traiçoeiro, passou por Igor Vinícius, e a pelota ficou com Wellington Silva. O atacante chutou de longe e marcou o primeiro gol da partida. Falhas do jovem lateral do São Paulo e também de Volpi.

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Foto:Marcello Zambrana/AGIF

Do lado paulista, só Paulinho Boia tentava algo diferente, mas sem sucesso.

No meio disso tudo, o VAR foi acionado corretamente. Depois de um choque entre Igor Vinícius e Lucas Claro, o árbitro Paulo Roberto Alves Júnior assinalou pênalti, porém, os árbitros na cabine interviram de forma correta e não assinalaram o pênalti. No final, foi mostrado um injusto amarelo para o lateral direito são-paulino.

No segundo tempo, Fernando Diniz fez logo três substituições. Entraram Brenner, Juanfran e Igor Gomes.

O jogo foi da água para o vinho pelo lado paulista. Em um cruzamento, Léo Pelé desviou na primeira trave e Brenner empatou o jogo.

A partida ficou quente, minutos depois, o mesmo Brenner, que parecia uma tomada ligada nos 220 voltz, fez bela jogada individual e arrematou na trave, na sobra estava Luciano — sempre bem posicionado— que colocou a bola para dentro. Virada espetacular do São Paulo.

Parece que a conversa do “psicólogo” Fernando Diniz funcionou no intervalo.

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(Foto: Marcos Ribolli / Ge)

Com a virada, a postura dos dois times mudaram, o Tricolor carioca ficou mais com a bola e o São Paulo esperou mais para contra-atacar.

Com a entrada de Juanfran, a consistência defensiva, tão criticada nas equipes do Fernando Diniz, funcionou. O Fluminense pouco fez. Os vários cruzamentos na área não adiantaram nada.

Com o jogo perto do fim, veio o nocaute. Brenner foi derrubado e pediu falta. Vitor Bueno também pediu a infração a favor do seu companheiro de time, mas o árbitro deixou seguir (escolha acertada). Então, o meio campista arriscou um chute de rara felicidade. Golaço. 3×1.

E quase vinha o quarto, mas Brenner queria fazer o segundo dele e não passou a bola para Vitor Bueno completar.

No final, venceu o São Paulo, que conquistou a vice liderança com 16 pontos, um a menos do que o líder Internacional, com 17.

Já o Fluminense com o segundo resultado negativo, fica na oitava colocação com 11 pontos conquistados.

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