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Internacional

Quem é a primeira e única mulher brasileira a ir para a estratosfera?

Dina Barile fala quatro idiomas, conhece mais de 140 países e foi uma das condutoras da Tocha Olímpica em São Paulo

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O currículo de Dina é invejável, ela costuma tentar sempre superar-se | Foto: Reprodução

Dina Barile, 64 anos, é jornalista, estatística e também a única mulher brasileira a chegar à Estratosfera num caça MIG 29, na Rússia, em novembro de 2015, atingindo a velocidade de 1.840 km/hora. Ela recebeu um troféu do RankBrasil (entidade que homologa recordes brasileiros, com visibilidade nacional e internacional) pelo reconhecimento de ser a primeira mulher brasileira a conquistar esse feito ‘estratosférico’, mas não apenas, ela também realizou voo de gravidade zero, ademais conhece todos os continentes do planeta. 

Para você, leitor, ver um pouquinho como aconteceu, clique aqui para ser redirecionado para o vídeo do momento, representado por meio de fotos e pequenos vídeos da experiência vivida pela Barile.  

Dina Barile junto a seu troféu do RankBrasil | Foto: Arquivo Pessoal

Ela viaja desde 1978, é fascinada por experienciar e conhecer coisas novas. Filha de imigrantes italianos que fugiram do caos pós-guerra, viveu uma infância bem humilde, quando dependia de boas notas escolares para conseguir bolsas de estudos para poder estudar. Hoje, fala inglês, italiano e espanhol e cursou duas faculdades: Bacharelado em Estatística, na USP; e Ciências Atuariais, na PUC. Prestou concurso para bolsa de mestrado na USP e passou em primeiro lugar, porém, como tinha que trabalhar para seu próprio sustento e o da família, desistiu da bolsa que exigia dedicação exclusiva. 

Durante os 30 anos em que foi funcionária do Banco Banespa – que depois se tornou Santander – Dina Barile, hoje aposentada, manteve um constante e prazeroso hábito em todas as férias que tirou. “Ano após ano, alternava uma viagem para o exterior com outra para algum lugar no Brasil”, afirma. Além disso, conhece lugares instigantes e exóticos, dentre eles estão: Butão, Índia, Madagascar, Islândia, Namíbia, Etiópia, Tailândia, Antártica e Tunísia. “Amo viajar e conhecer lugares bonitos e instigantes, mas principalmente conhecer pessoas e culturas. É o que mais me motiva”, conta a jornalista, que criou o Portal Spot Life.

Mas com a pandemia, seu cronograma turístico teve que ser modificado em decorrência do coronavírus. Ela nos conta que a sua última viagem foi em novembro do ano passado para Papua Nova Guiné, país na Oceania. “A próxima [viagem] não faço ideia [de quando ocorrerá], porque eu achei que [a última] seria essa de dezembro para Temuco e depois [faria] uma outra em março que sairia da Nova Zelândia e desembarcaria nos Estados Unidos, mas ambos os países estão fechados para turistas brasileiros, então cancelei” relata a  jornalista. Espera-se que ela consiga voltar à sua coleção de novos momentos e viagens nos próximos meses, seguindo os protocolos de segurança e saúde recomendados.

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