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Esporte

Flamengo vence e embola a classificação na parte de cima da tabela

Pedro Henrique Diaz

Publicado

O embalado Flamengo tinha pela frente um Athletico Paranaense, com seus principais jogadores preservados, pela décima terceira rodada do Brasileirão, no Maracanã.

Mas como iniciei o texto, os paranaenses quase iam aprontando em pleno domingo, no Rio de Janeiro. Como isso foi possível? Eu explico.

No primeiro tempo, a famosa marcação pressão foi usada na saída de bola do Rubro-negro carioca. O excelente goleiro Hugo Sousa tem muitas dificuldades de sair jogando com os pés. E ele vacilou. Antes do primeiro minuto de jogo, o jovem guarda redes carioca deu uma de garçom e serviu Alvarado, que chutou na trave.

A partir dessa dificuldade flamenguista, foi que o Furacão construiu suas ações ofensivas dentro da partida. Quando o Rubro-negro carioca conseguia fugir da forte marcação pressão, a criação era ineficiente. O Flamengo tinha problemas no setor ofensivo.

E quase que veio uma adversidade maior no jogo quando o jovem zagueiro Gabriel Noga derrubou Carlos Eduardo, e o juiz Rodrigo Dalonso Ferreira marcou pênalti. No entanto, o VAR interviu positivamente, diga-se de passagem, e mostrou ao comandante do jogo que a falta foi fora da área. Então, Rodrigo Dalonso reviu sua decisão. Para a felicidade dos flamenguistas e decepção dos atleticanos.

A única maneira que o Flamengo chegava era por meio dos contra-ataques rápidos puxados por Bruno Henrique pela esquerda junto com o apoio dos laterais Filipe Luis e Isla. Este último com mais complicações de aparecer por conta das oscilações de Vitinho na partida. Pedro e Arrascaeta tentavam mais por meio das tabelas entre os dois ou em uma aproximação de ambos.

No segundo tempo, isso mudou, Vitinho saiu e deu lugar a Everton Ribeiro. A cara do jogo mudou, o meio-campo do Flamengo ficou mais dinâmico, a engrenagem estava mais rápida e isso refletiu em uma maior presença de área. O gol estava amadurecendo.

E amadureceu com Pedro, depois de uma confusão dentro da área, o camisa 21 conseguiu se desvencilhar, não perdoou e colocou a bola no barbante. 1 a 0. Seu quarto gol em quatro jogos.

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Foto: André Durão

E o ímpeto não parou, dois minutos depois, o defensor Léo Gomes colocou a mão na bola dentro da área. Pênalti marcado sem nenhuma dúvida. Bruno Henrique bateu e fez o segundo dos cariocas.

O Athletico estava sumido, sentiu os dois duros golpes do segundo tempo, mas eles não caíram. Em uma falta cobrada na área, Renato Kayser conseguiu se antecipar a Isla, diminuiu a vantagem e botou fogo no jogo.

No entanto, Everton Ribeiro apagou as chamas logo. Em um chute de longe, que contou com o desvio do zagueiro e matou o goleiro Santos, o terceiro gol estava consumado junto com a partida.

Depois disso, o jogo ficou morno e muitas substituições aconteceram. Alguns titulares da primeira leva que pegaram Covid-19 entraram. Porém, o placar não se alterou.

O próximo compromisso do Flamengo é quarta-feira, às 19h15min contra o Sport, dentro de casa. Já o Athletico-PR vai enfrentar o Ceará, em Fortaleza, na quinta-feira, às 19h.

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